Skip to main content

Comércio Exterior: Como Pequenas e Médias Empresas Podem Vencer Barreiras e Explorar Novos Mercados




Inserir-se no comércio exterior continua sendo uma jornada desafiadora, mas altamente recompensadora para pequenas e médias empresas. Com planejamento, capacitação e apoio técnico, é possível superar barreiras como a burocracia, a complexidade tributária e a falta de informação. A INFOLABOR Consultoria atua justamente neste cenário, ajudando empresas a transformar obstáculos em oportunidades reais no cenário global.


O comércio exterior brasileiro ainda é dominado por grandes corporações, mas há um movimento crescente de pequenas e médias empresas (PMEs) buscando seu espaço além das fronteiras. Segundo dados de mercado, apenas 1,13% das PMEs brasileiras estão atualmente inseridas no comércio internacional — um número ainda tímido, mas que revela um imenso potencial de expansão.


Entre as principais vantagens para quem decide se internacionalizar estão a diversificação de mercados, o acesso a inovações e tecnologias, o aumento de receitas e a consolidação da marca. Além disso, empresas que atuam com exportação e importação tendem a ser mais produtivas, inovadoras e resilientes frente às adversidades.


Por outro lado, os desafios são numerosos: identificar demandas globais, compreender legislações específicas, vencer barreiras tarifárias e não tarifárias, ajustar produtos às exigências técnicas internacionais e adaptar estratégias de marketing e vendas aos diferentes perfis de consumo mundo afora.


Além disso, entraves como altos custos logísticos, burocracias aduaneiras, falta de acordos comerciais mais eficazes e escassez de informação qualificada ainda limitam o desempenho das PMEs nesse cenário. A classificação tarifária, os INCOTERMS, a escolha dos parceiros logísticos e a documentação correta são apenas algumas das etapas críticas que exigem conhecimento técnico e experiência.


Sob a liderança da consultora Marcia Hashimoto, a INFOLABOR oferece mentoria, capacitação técnica e acompanhamento completo de projetos de importação e exportação, adaptados à realidade e ao segmento de cada empresa. O trabalho vai desde o diagnóstico inicial da operação até a estruturação de estratégias de inserção internacional com foco em competitividade, conformidade regulatória e maximização de resultados.


Além de sua atuação na iniciativa privada, Marcia Hashimoto também é Técnica Extensionista do PEIEX — Programa de Qualificação para Exportação, uma iniciativa da ApexBrasil em parceria com instituições locais. O programa tem como objetivo preparar empresas brasileiras para o processo de exportação de forma estruturada e segura. Através de atendimentos gratuitos e personalizados, o PEIEX promove a capacitação empresarial, identifica oportunidades nos mercados internacionais e fortalece a gestão interna, visando à maturidade exportadora dos negócios.


O futuro das exportações brasileiras está diretamente ligado à capacidade de adaptação e inovação das PMEs. Para isso, é essencial quebrar paradigmas, investir em capacitação e contar com parceiros experientes. O comércio exterior não é apenas uma oportunidade de expansão — é um caminho estratégico para a sustentabilidade e competitividade a longo prazo.


📲 Siga a INFOLABOR nas redes sociais e acompanhe conteúdos diários sobre comércio exterior:


Instagram: @mhashimoto / @infolaborconsultoria


LinkedIn: Marcia Hashimoto


Contato: marcia.hashimoto@infolaborconsultoria.com.br


WhatsApp: (11) 99940-0945


 

Comments

Popular posts from this blog

Quem gasta errado arrecada destruindo a economia

Por Redação Rádio BaseA Dívida Pública Federal (DPF) brasileira atingiu R$ 7,51 trilhões em março de 2025, com um incremento de R$ 16 bilhões em relação ao mês anterior, conforme relatório do Tesouro Nacional. Esse crescimento reflete uma trajetória ascendente, segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI), podendo alcançar 86,7% do PIB até o final de 2025, conforme estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI). Entre os fatores explicativos, destacam-se os déficits primários persistentes, o crescimento econômico moderado e os choques macroeconômicos globais. Essa elevação não decorre apenas da necessidade de financiamento das contas públicas, mas também da apropriação contínua de juros, que somou R$ 68,3 bilhões somente no mês de abril.Paralelamente, o custo médio da dívida manteve-se em patamares elevados. O custo médio da DPF, acumulado em 12 meses, elevou-se de 11,57% em fevereiro para 11,70% em março de 2025, enquanto o custo das novas emissões subiu de 11,92% p...